terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Teclados :(
Desculpem o erros... teclado nada confortávele e um saco ficar prucurando os acentos, cedilhas e demais requesistos da nossa língua nos teclados da Argentina.
Dia 4 -29/12
Corrientes - Salta
Saimos perto das 10h, mais umavez retas intermináveis em com pouco ocupacao no seu curso.
Talvez por estarmos em lugares mais distantes, a já famosa Polícia Caminera manteve a tradicao.
Parada. Documentos. Conversa fiada e o pedido de contribuicao... Chega a ser cosntrangedor. Apos tentarmso negociar o nao pagamento, sem sucesso, demos algo como 2 pesos, equivalente a 3 reais...
Mais a frente, 200 km, outra vez. Menos discreta e mais acintosa.
"Para que nao ter que tirar toda a sua bagagem e verificar o seu Kit de emergecia (diga-se de passagem uma invencao para intimidar) tiro um dinheiro do seu bolso"...
2 pesos a menos nos nossos bolsos.
Nestas condicoes, a melhor estratégia é se livrar o mais rapido possivel e segui a viagem.
Para marcar o trecho Argentino, só faltava a pane seca e ela nao demorou.
As longas retas com grandes distancias fez a moto de Fred de vítma.
O GPS ajudou a encontrar o posto mais próximo e andré foi buscar combustível.
Seguimos até Susques, ao invés de Jujuy, por ser uma cidade maior e contarmos com o endereco de 2 concessocinárias Suzuki e ser hora de cambiar el aceite das motos.
A 90 km de Susques as Cordilheiras aparecem, e somem nas nuvens baixas...
Mais uma vez achamos o Hotem com a ajuda do GPS.
Estrada: Boa. Trecho frio e com uma leve garoa nos últimos 50 km.
Moto: Um reloginho, entre 20 e 21 km/L
Amanha é dia de subir as Cordilheiras. Ao contrário do que foram estes dias, onde só foi estrada e trechos longos, teremos uma pernada curta e com espaco para contemplacao e paradas.
Saimos perto das 10h, mais umavez retas intermináveis em com pouco ocupacao no seu curso.
Talvez por estarmos em lugares mais distantes, a já famosa Polícia Caminera manteve a tradicao.
Parada. Documentos. Conversa fiada e o pedido de contribuicao... Chega a ser cosntrangedor. Apos tentarmso negociar o nao pagamento, sem sucesso, demos algo como 2 pesos, equivalente a 3 reais...
Mais a frente, 200 km, outra vez. Menos discreta e mais acintosa.
"Para que nao ter que tirar toda a sua bagagem e verificar o seu Kit de emergecia (diga-se de passagem uma invencao para intimidar) tiro um dinheiro do seu bolso"...
2 pesos a menos nos nossos bolsos.
Nestas condicoes, a melhor estratégia é se livrar o mais rapido possivel e segui a viagem.
Para marcar o trecho Argentino, só faltava a pane seca e ela nao demorou.
As longas retas com grandes distancias fez a moto de Fred de vítma.
O GPS ajudou a encontrar o posto mais próximo e andré foi buscar combustível.
Seguimos até Susques, ao invés de Jujuy, por ser uma cidade maior e contarmos com o endereco de 2 concessocinárias Suzuki e ser hora de cambiar el aceite das motos.
A 90 km de Susques as Cordilheiras aparecem, e somem nas nuvens baixas...
Mais uma vez achamos o Hotem com a ajuda do GPS.
Estrada: Boa. Trecho frio e com uma leve garoa nos últimos 50 km.
Moto: Um reloginho, entre 20 e 21 km/L
Amanha é dia de subir as Cordilheiras. Ao contrário do que foram estes dias, onde só foi estrada e trechos longos, teremos uma pernada curta e com espaco para contemplacao e paradas.
Dia 3 - 28/12
A moto de rosa nao ia ter mais consdicoes de seguir. Assim buscamos deixá-lo com as coisas encaminhadas, pois era um Domingo.
Contamos com os contatos de André em Foz - ele é membro do Brasil Riders - e conseguimos um mecanico para o suporte...
Deixamos Rosa com as opcoes encaminhadas, arrumamos as nossas coisas e cruzamos a fronteira as 14h30.
Fizemos cambio e seguimos pelas intermináveis retas... quando levemente inclinadas para cima, sumiam, juntando com o céu, quando desciam levemente, sumim juntando-se horizonte.
O calor era MUITO forte e sob as roupas de protecao estava molhado de suor. o Sol de frente fazia com que a pilotagem fosse incomoda e cansativa, mas seguiamos forte, pelas boas condicoes da estrada e pelas mesmas estarem confortavelmente vazias.
Ao cair da tarde, com o sol ainda de frente, fomos brindados com um lindo por-do-sol que deixou a estrada dourada, fazendo com que até ele sumisse, rodassemos por uma estrada mágica, completamente dourada.
A noite chegou,e com ela o conforto de temperatura mais amenas.
Isso bastou para que a energia fosse revigorada e mantivessemos o rítmo e cumprissimos o trecho previsto para o dia de hoje - chegar a Corrientes.
Apesar de ser domingo e chegarmos a Corrientes perto de 1 da manha, a cidade ainda estava bastante movimentada e a sua orla (de rio) com criancas e muitas famílias passeando.
O GPS se encarregou de achar um hotel para nós.
Contamos com os contatos de André em Foz - ele é membro do Brasil Riders - e conseguimos um mecanico para o suporte...
Deixamos Rosa com as opcoes encaminhadas, arrumamos as nossas coisas e cruzamos a fronteira as 14h30.
Fizemos cambio e seguimos pelas intermináveis retas... quando levemente inclinadas para cima, sumiam, juntando com o céu, quando desciam levemente, sumim juntando-se horizonte.
O calor era MUITO forte e sob as roupas de protecao estava molhado de suor. o Sol de frente fazia com que a pilotagem fosse incomoda e cansativa, mas seguiamos forte, pelas boas condicoes da estrada e pelas mesmas estarem confortavelmente vazias.
Ao cair da tarde, com o sol ainda de frente, fomos brindados com um lindo por-do-sol que deixou a estrada dourada, fazendo com que até ele sumisse, rodassemos por uma estrada mágica, completamente dourada.
A noite chegou,e com ela o conforto de temperatura mais amenas.
Isso bastou para que a energia fosse revigorada e mantivessemos o rítmo e cumprissimos o trecho previsto para o dia de hoje - chegar a Corrientes.
Apesar de ser domingo e chegarmos a Corrientes perto de 1 da manha, a cidade ainda estava bastante movimentada e a sua orla (de rio) com criancas e muitas famílias passeando.
O GPS se encarregou de achar um hotel para nós.
Estradas: Boas, sem movimento
Temperatura altíssima. MUITO calor.
Dia 2 -27/12
depois de uma noirtede sono, tentamos sair cedo. Para Foz do Iguacu ainda teriamoa que rodar perto de 900 km.
A tocada nao estava forte, desde de ontem a moto de Carlos Rosa nao rendia bem e apresentava um consumo muito alto, o que forcava paradas em intervalos curtos.
Apos deixarmos o estado de SP para trás, o sol apareceu. A estrada, mais vazia, permitiu aumentar o rítmo e elevar um pouco a média rodada.
Pouco adiantou. Uma pane elétrica na moto de Carlos Rosa nos obrigou a uma parada. Ainda bem que estávamos numa estrada pedagiada e o socorro mecanica nao demorou a chegar.
A coincidencia é que no reboque já havia um carro com problemas e o seu proprietario tinha uma oficina de motos. Foi ele que colocou a moto para andar.
A concessacionaria que cuida da rodovia indicou um posto onde mecanicos poderiam colocar um novo fusível e arrumar a fiacao com problemas.
Lá descobrimos que além dos fios, a bateria também estava sem água e isso deve ter gerado mais carga, que terminou por queimar o fusível.
2 horas parados... Nada que tirasse nosso animo e o firme propósito de chegarmos a Foz e darmos configuracao definitiva ao grupo, com a incorporacao de André, que saiu de Blumenau.
Já na chegada a Foz, 23 Km do centro, nova pane na moto de Rosa. Desta vez mais séria. Por falta de óleo, o moto travou e desta vez 5 horas esperando um reboque para levar a moto ao Hotel...
Após descarregar a moto, fomos jantar, oferecido gentilmente pore André, e discutir as alternativas.
Dormimos cansados e tarde.
Estrada: Boa, pouco movimentada, porém em grande parte do trecho do Paraná com FORTES ventos laterais.
Consumo: sempre acima de 20 km/L
A tocada nao estava forte, desde de ontem a moto de Carlos Rosa nao rendia bem e apresentava um consumo muito alto, o que forcava paradas em intervalos curtos.
Apos deixarmos o estado de SP para trás, o sol apareceu. A estrada, mais vazia, permitiu aumentar o rítmo e elevar um pouco a média rodada.
Pouco adiantou. Uma pane elétrica na moto de Carlos Rosa nos obrigou a uma parada. Ainda bem que estávamos numa estrada pedagiada e o socorro mecanica nao demorou a chegar.
A coincidencia é que no reboque já havia um carro com problemas e o seu proprietario tinha uma oficina de motos. Foi ele que colocou a moto para andar.
A concessacionaria que cuida da rodovia indicou um posto onde mecanicos poderiam colocar um novo fusível e arrumar a fiacao com problemas.
Lá descobrimos que além dos fios, a bateria também estava sem água e isso deve ter gerado mais carga, que terminou por queimar o fusível.
2 horas parados... Nada que tirasse nosso animo e o firme propósito de chegarmos a Foz e darmos configuracao definitiva ao grupo, com a incorporacao de André, que saiu de Blumenau.
Já na chegada a Foz, 23 Km do centro, nova pane na moto de Rosa. Desta vez mais séria. Por falta de óleo, o moto travou e desta vez 5 horas esperando um reboque para levar a moto ao Hotel...
Após descarregar a moto, fomos jantar, oferecido gentilmente pore André, e discutir as alternativas.
Dormimos cansados e tarde.
Estrada: Boa, pouco movimentada, porém em grande parte do trecho do Paraná com FORTES ventos laterais.
Consumo: sempre acima de 20 km/L
domingo, 28 de dezembro de 2008
Dia 1 - 26/12
Apesar da ansiedade consegui dormir super bem, só acordando após o toque do despertador - 4h50.
Meias, calça de cordura, jaqueta de cordura, bota, protetor de coluna, luvas... desci com a mochila e o alforge traseiro. Tudo fixado na moto, segui para casa de FRED, onde seria o nosso ponto de encontro.
Lá, ele ainda terminava as últimas amarrações e após uma calibragem de pneus, seguimos para a estrada.
Antes porém, tentei entender o pq de já no primeiro momento termos que alterar a programação, já que diferente do inicialmente previsto teríamos que fazer o trecho por Gôiania, aumentando em 170 km (a conferir) o percurso.
Fred explicou que tinha que pegar o documento da moto nas mãos de um despachante... No Stress... seguimos para lá, nada que assutasse.
Dixamos o DF eentramos em GO... DOC nas maos seguimos na estrada.
Momentos de adaptacao e ajustes de ritmo da tocada.
Dormimos em SP, depois de enfrentar muita chuva na estrada.
Estradas: Movimentadas, porem em boas condicoes.
Moto: Consumo: Melhor - 24 km/L Pior: 19.2 km/L
Parada para dormir: Cidade de Penapolis, SP.
Distancia percorrida: 870 km
Meias, calça de cordura, jaqueta de cordura, bota, protetor de coluna, luvas... desci com a mochila e o alforge traseiro. Tudo fixado na moto, segui para casa de FRED, onde seria o nosso ponto de encontro.
Lá, ele ainda terminava as últimas amarrações e após uma calibragem de pneus, seguimos para a estrada.
Antes porém, tentei entender o pq de já no primeiro momento termos que alterar a programação, já que diferente do inicialmente previsto teríamos que fazer o trecho por Gôiania, aumentando em 170 km (a conferir) o percurso.
Fred explicou que tinha que pegar o documento da moto nas mãos de um despachante... No Stress... seguimos para lá, nada que assutasse.
Dixamos o DF eentramos em GO... DOC nas maos seguimos na estrada.
Momentos de adaptacao e ajustes de ritmo da tocada.
Dormimos em SP, depois de enfrentar muita chuva na estrada.
Estradas: Movimentadas, porem em boas condicoes.
Moto: Consumo: Melhor - 24 km/L Pior: 19.2 km/L
Parada para dormir: Cidade de Penapolis, SP.
Distancia percorrida: 870 km
Temp de partir...
Depois de um tempo de maturação e planejamento, a hora de partir chegou... mais difícil do que eu imaginava. Também pudera, depois dos dias que, juntamente com ZeU e Igor, passamos juntos na praia, deixando os assuntos de moto e estrada em BSB, tudo ficou mais difícil.
Na volta a BSB, só, com a despedida deles em SSA, fui voltando ao clima.
Em casa, já com tudo arrumado foi só fazer uma última conferência e acordar cedo para arrumar a moto.
Muitas saudades!
Na volta a BSB, só, com a despedida deles em SSA, fui voltando ao clima.
Em casa, já com tudo arrumado foi só fazer uma última conferência e acordar cedo para arrumar a moto.
Muitas saudades!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)



