quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Éramos 3... Agora somos 4!!!

Carlos Rosa, que já estava nos planos, conseguiu resolver seus problemas e se posicionar: vai nos acompanhar. Vai com a moto atual, mesmo: Uma Viraguinho 250, ano 2000. Agora, ele vai correr atrás das providências. Rosa é companheiro de viagem de Fred desde 2005 e, unidos pelas estradas, desfrutam de uma grande amizade.

Novo Companheiro - André

Andre Siebert, 49 anos, nascido e criado em Blumenau, fez arquitetura em Curitiba. Casado com Claudia, tb arquiteta, tem um filho, Guilherme, fez 22 anos mês passado.

Depois de 20 anos afastado das motos, em 2006 teve uma recaída e não parou mais. Rodou, desde então, uns 35.000km...

Para saber mais acesse o link e visite o blog: http://cordilheira2009.blogspot.com/

Ajustes na Moto para a Viagem

Por estes dias devo levar a moto para troca de óleo + filtro e os ajustes previstos na revisão dos 6.000 km.

A bolha já está instalada, comprometendo um pouco o visual da Boulevard, mas necessária pelos longos trechos de estrada.

Resolvi, também, comprar um alforge para ser instalado no bagageiro do sissy-bar. Dará mais conforto no transporte da bagagem.

Com relação aos trechos de cordilheira onde não a autonomia para vencer as distâncias entre os postos, estou "astuciando" uma solução... será necessário um galão para transportar gasolina... onde e como é que está sendo a discussão...

Paris - Dakar na América do Sul

O tradicional Rally Dakar irá pela primeira vez à America do Sul em 2009. Nos últimos 30 anos aconteceu no território Africano, onde cresceu e se converteu em um dos maiores eventos da agenda internacional. Competição de grande nível a alto grau de dificuldade, mistura grandes campeões e pilotos amadores e através de anos a prova veio se internacionalizando, chegando a reunir pilotos de 52 nacionalidades diferentes.

Para 2009 a prova espera manter o espírito de desafio intacto, por isso aceitou o convite de Argentina e Chile, países com os quais a organização estava em contato havia já alguns anos.

Isso irá requerer uma maior atenção na programação das paradas (pousadas e hoteis), pois certamete os trechos de deserto serão um atrativo para esta versão do Raly.

Cuesta de Lipan

Caminho sinuoso pelas montanhas, por meio da RN 52, unindo os povoados de Purmamarca com Salinas Grandes, Susques e mais adiante Paso de Jama (fronteira com o Chile).

Rodando pela Alta Cordilheira

Até um tempo atrás, quando ouvia falar de cruzar as cordilheiras ficava com uma sensação meio abstrata... fazendo algumas pesquisas, consegui achar este perfil que torna este trecho mais paupável...


Detalhes:

a. nos primeiros 100 km subiremos de 1250 m de altitude para 4.170 m - Cuesta de Lipán;
b. nos últimos 50 km desceremos de 4.500 m de altitude para 2.470 m;
c. Rodaremos mais de 350 km acima dos 3.500 m de altitude e +/- 100 km acima de 4.000 metros de altitude;
d. Enfrentaremos a maior altitude, no lado Chileno, quando passarmos pelos Cerros de la Pacana, 4.500 metros.

sábado, 18 de outubro de 2008

Duas Rodas - Mudanças



Como colocado na primeira postagem, "Contagem Regressiva", a moto com que faria a viagem seria uma Shadow VLX 600 cc, porém a pouco mais de 2 meses da partida uma oportunidade fez com que os planos mudassem um pouco. A nova companheira de viagem será uma Boulevard M800, preta.

Apesar de estar muito satisfeito com a Shadow, a Boulevard apresenta uma série de vantagens para esta jornada, sem falar no estilo.

Para os que gostam do visual clássico, devem estranhar um pouco. O visual conservador fui substancialmente modificado e o preto deu lugar a profusão de cromados, muito comuns ao estilo.
A Boulevard M 800 apresenta rodas de liga-leve pintadas em preto e linhas futuristas.
O painel de instrumentos apresenta velocímetro analógico e 2 hodômetros digitais ficam sob a mesa de direção, sendo possível marcar a distância total percorrida e, também a distância entre dois pontos (intervalos entre abastecimentos, por exemplo). O farol dianteiro ovalado é bastante eficiente, dispensado a instalação de faróis auxiliares. O pára-lama curto fazem desta uma custom mais jovial e esportiva. Para isso contribuem também o motor pintado em preto e as rodas de liga-leve na mesma cor — que permitem o uso de pneus sem câmara de perfil largo e esportivo.
Como não podiam faltar, os cromados ficaram reservados para os detalhes do painel, caixa-de-ar e escapamentos. Reforçando ainda mais seu caráter esportivo, a Boulevard M 800 traz suspensão dianteira telescópica invertida (upside-down).
Outro detalhe que garante não só um caráter, mas também um comportamento esportivo à M 800 é o sistema de injeção eletrônica do modelo, o que trará tranquilidade quando estivermos nas altitudes (perto dos 5.000 m), cruzando as cordilheiras.
As primeiras impressões sinalizam uma pilotagem sem engasgos na aceleração e motor sempre cheio. Com isso devem diminuir as trocas de marchas, principalmente na estrada, já que a retomada é fácil e rápida.
Outra qualidade dessa Suzuki é a transmissão final feita por eixo-cardã. Sistema que dispensa lubrificações e revisões periódicas.
O banco largo e macio, em conjunto com a boa ergonomia, permite pilotar relaxado, o que, seguramente fará diferença após horas sentado na moto.
A ciclística também é responsável pelo conforto do piloto. Além de utilizar garfo invertido na dianteira, uma solução não muito comum nas motos deste segmento, ela traz uma balança traseira com um único conjunto mola-amortecedor regulável fixado por links.
Ao pilotar, isso significa uma melhor absorção das imperfeições do piso, mais estabilidade em alta velocidade e menos oscilações ao contornar curvas.

(Informações técnica extraídas de SUZUKI BOULEVARD M800, DISPONÍVEL EM http://www.moto.com.br/testes/conteudo/6143.html)